Não! Uma videoaula não deve ser apenas um professor falando para uma câmera. A gente entende perfeitamente que as primeiras videoaulas do seu curso (ou treinamento, ou semelhante) foram feitas em uma situação diferente! Sabemos que “o feito é melhor que o perfeito”, e era tudo que você podia fazer naquele momento.
No entanto, é fundamental compreender que o investimento na melhoria de uma videoaula pode fazer toda a diferença. Uma boa imagem, possibilidade de filmar em alta definição, boa produção e iluminação não são luxo de forma alguma, mas diferenciação estratégica!

Por que (re)investir em videoaulas?
Existem vários motivos para você melhorar a qualidade das videoaulas, seja por meio de regravações, novas edições inserção de aulas novas, por exemplo. Vamos a esses motivos:
- 1- Credibilidade. Aulas bem-produzidas têm o poder de reforçar a autoridade da marca, ou do professor, ou da instituição, a depender da sua realidade. O público sabe quando uma aula tem boa produção, e valoriza isso – mesmo que inconscientemente!
- 2- Engajamento. Se você produz vídeos claros e atrativos, com bons letterings, boa qualidade de captação, e especialmente um roteiro estruturado, é possível manter a atenção dos alunos, e assim obter mais comentários, respostas, perguntas com dúvidas, e assim mais valorização do conteúdo.
- 3- Aprendizado efetivo. Não precisa nem se demorar muito nesse tema, né? Se a didática é boa, o roteiro bem-feito, e os recursos visuais facilitam a compreensão, é claro que o estudante vai aprender mais.
- 4- Maior nível de concorrência. Em um mercado saturado, a qualidade diferencia e fideliza. Infelizmente, existem muitos concorrentes e muitos empreendimentos oferecendo serviços semelhantes. Por isso, é na qualidade que precisamos nos diferenciar para vender mais.
Como melhorar a qualidade da videoaula

Vamos pensar em alguns fatores que podem melhorar a qualidade das videoaulas? Junto deles, podemos indicar formas de fazer essas melhorias.
- 1- Áudio mais nítido: quanto maior a clareza da fala e menores os ruídos, melhor será a qualidade. Em alguns casos, é possível separar o som já gravado e editá-lo de forma a remover ruídos, ou até mesmo corrigir questões pontuais na fala de um professor. No entanto, se houver muitos problemas no áudio já gravado, a regravação será necessária.
- 2- Iluminação e enquadramento: se uma ou mais videoaulas tiveram um enquadramento ruim ou iluminação com problemas, saiba que isso também pode ser corrigido com uma simples reedição. Novos cortes podem adaptar um novo enquadramento, e existe a possibilidade de corrigir problemas pontuais d e iluminação em softwares de edição.
- 3- Recursos visuais: Se o objetivo for inserir legendas, letterings, animações e exemplos práticos, é possível reeditar um vídeo e fazer esse tipo de adaptação.
- 4- Roteiro da aula com melhor estrutura: com raras exceções, é muito difícil modificar a estrutura de uma aula na pós-produção. Por isso, se a ideia for reestruturar uma aula de forma a melhorar sua didática, a solução é organizar uma regravação.
Quando o investimento na qualidade das videoaulas deixa de ser encarado como custo, novos horizontes podem ser abrir.
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